No município existem condições favoráveis à multiplicação de ratos e baratas.

No caso dos ratos, a origem está nas ribeiras subterrâneas em casas devolutas e valas, enquanto no caso das baratas, a origem está nas temperaturas elevadas e humidade.

Os insetos, nomeadamente os mosquitos, também têm grande incidência no território, devido à proximidade da cidade com o estuário do Sado e à presença de valas e de pequenas hortas na periferia.

Para controlar a presença destes agentes, o município realiza regularmente tratamentos de controlo destas pragas por todo o seu território. Estas medidas passam por campanhas de desratização, nos meses mais frios, e campanhas de desbaratização e desinsetização, nos meses mais quentes.

Tais ações consistem na colocação de produtos rodenticidas e inseticidas na via pública, como no interior dos coletores de esgoto, nos buracos de ratos, nos mercados, nas escolas, na habitação social, nos edifícios municipais e no Parque de Santiago, mas sempre fora do alcance de pessoas e de outros animais.

Para poder controlar eficazmente estas pragas, o município precisa do apoio do cidadão, ou seja, precisa que este adote comportamentos que não favoreçam o aparecimento destes agentes oportunistas, como não deixar alimentos nem recipientes com água na via pública.

Certas condicionantes atmosféricas ou meteorológicas contrariam, por vezes, o esforço que a Câmara Municipal de Setúbal faz para manter níveis mínimos de mosquitos, moscas, baratas ou ratos, levando a que, em determinadas alturas do ano, independentemente da contínua prestação do serviço de desinfestações, continuem a existir números significativos destes agentes pela cidade.

É por isto que o município está aberto a receber comunicações de particulares, através da Linha do Ambiente – 265 220 330 – ou do gabinete de participação cidadã através do gapc@mun-setubal.pt, de modo a consertar as nossas ações de desinfestação com as de particulares.

Fonte: www.setubalambiente.pt